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2016

Alterações imunológicas e epigenéticas em células natural killer de pacientes infectados pelo HIV-1

Orientador: 

A infecção pelo HIV caracteriza-se como doença inflamatória crônica e está associada a
diversas disfunções do sistema imune, as quais aumentam a suscetibilidade dos indivíduos
infectados a infecções oportunistas. Dentre os componentes da imunidade inata, as células
natural killer possuem importante função de defesa contra os vírus, no entanto seu fenótipo e
função estão alterados durante a infecção pelo HIV. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi
avaliar as mudanças fenotípicas e funcionais das células NK em pacientes infectados pelo

Data da defesa: 
25/04/2016
Local: 
Anfiteatro Prof. Dr. Pedreira de Freitas

O papel do inflamassoma de AIM2 na infecção por Leishmania amazonensis

Orientador: 

Leishmaniose é uma doença infecciosa causada por parasitos do gênero Leishmania e que afeta 12 milhões de pessoas em todo mundo. Recentemente, nosso grupo demonstrou que a ativação do inflamassoma de NLRP3 leva a produção de NO via receptor IL-R e isso limita o crescimento de Leishmania amazonensis em macrófagos e in vivo. Apesar dessa informação sobre NLRP3, ainda pouco se sabe sobre o papel de outros inflamassomas na leishmaniose. AIM2 é um sensor de DNA que sinaliza juntamente com ASC e ativa caspase-1 para formação do inflamassoma.

Data da defesa: 
15/04/2016
Local: 
Anfiteatro Prof. Dr. Pedreira de Freitas
Arquivo da dissertação: 

Papel imunomodulador da interleucina-17 na resposta inflamatória intestinal e metabólica no diabetes do tipo 2.

Orientador: 

O trato gastrointestinal é um sítio de alta exposição antigênica, por isso requer a presença de mecanismos de regulação imunológica mediada por linfócitos T reguladores e T auxiliares produtores de IL-17 (Th17) na mucosa intestinal. Se houvera falha na indução desses mecanismos, pode ocorrer o desequilíbrio das populações de bactérias comensais da microbiota intestinal, denominado de disbiose, geralmente associado à ruptura da barreira intestinal e translocação de bactérias ou LPS para o sangue.

Data da defesa: 
31/03/2016
Local: 
Anfiteatro Prof. Dr. Pedreira de Freitas
Arquivo da dissertação: 

Frutose 1,6-bifosfato (FBP) é um intermediário da via glicolítica, que quando administrada exogenamente apresenta efeito protetor em modelos de injuria isquêmica, o qual foi associado a uma sustentada glicólise e aumento da produção de ATP. Além disso, es

Autor: 

Frutose 1,6-bifosfato (FBP) é um intermediário da via glicolítica, que quando administrada exogenamente apresenta efeito protetor em modelos de injuria isquêmica, o qual foi associado a uma sustentada glicólise e aumento da produção de ATP. Além disso, estudos prévios do nosso grupo demonstraram que a FBP apresenta-se como um fármaco promissor na artrite experimental, através da geração de adenosina extracelular e ativação subsequente do receptor de adenosina A2A (A2AR).

Data da defesa: 
26/02/2016
Local: 
Anfiteatro Prof. Dr. Pedreira de Freitas

Proteínas de micronema 1 e 4 de Toxoplasma gondii reconhecem N-glicanas de TLRs: a interação desencadeia a resposta inicial de defesa contra o parasito

Toxoplasma gondii infecta as células do hospedeiro de maneira ativa, a partir de um
processo que envolve necessariamente a liberação de lectinas, denominadas proteínas de
micronema (MIC), provenientes de organelas intracelulares. TgMIC1, TgMIC4 e TgMIC6
formam um complexo na superfície de T. gondii, que permite a adesão do parasito à célula
hospedeira, via reconhecimento de carboidratos, uma vez que TgMIC1 liga-se à ácido siálico
terminal e TgMIC4 à galactose terminal. Nosso objetivo foi avaliar a interação proteínacarboidrato

Data da defesa: 
25/02/2016
Local: 
Anfiteatro Prof. Dr. Pedreira de Freitas

X Curso de Inverno em Imunologia Básica e Aplicada

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